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Emulação de Comando Remoto

A emulação SCPI de comando remoto está limitando sua capacidade de medição?

Emulação de Comando Remoto

Programação de sistemas de teste automatizados:

Para controlar uma sequência de testes ou rotinas, os controladores enviarão e receberão comandos de instrumentos com base em texto ASCI no barramento da interface IEEE-488.2 para e de uma variedade de equipamentos de teste.

O padrão mais usado, IEEE-488.2, foi adotado por muitos fabricantes no início da década de 80:

O padrão IEEE-488.2 especificava um conjunto de comandos comum para os equipamentos de teste e de medida. Este padrão de protocolo de comando foi chamado de SCPI – Comandos Padrão para Instrumentações Programáveis.

Fora do SCPI, muitos fabricantes desenvolveram seu próprio conjunto de comandos, tornando difícil, senão impossível, a substituição de um instrumento programado em um sistema de teste automatizado.

Emulador de comando remoto do equipamento de teste e medição:

  • Agora os fabricantes incluem um modo de Emulação de Controle Remoto para substituir equipamentos antigos que foram descontinuados.
  • Os comandos remotos corresponderão, sempre que possível, aos comandos remotos do instrumento antigo.
  • No entanto, as diferenças de hardware na maioria das vezes criam limitações que podem não ser superadas. Essas diferenças são divididas em duas categorias: Comando ASCII e emulação do processo de medição analógico.

Algumas limitações da emulação do conjunto de Comandos ASCII:

  • *ID?: Comando de consulta do sistema usado para identificar a fabricação, o modelo, o número de série e a versão do instrumento. Alguns instrumentos apresentam uma função de personalização da sequência de resposta de texto do ID, o que acaba com essa limitação.
  • Modos de Acionamento: a maioria dos instrumentos possuem vários modos operacionais de acionamento, como contínuo, único, atraso, contagem do evento e mais. As diferenças no design do instrumento podem apresentar limitações.
  • Mensagens de resposta de erros de hardware.

Veja algumas limitações de medição secundárias que precisam ser consideradas:

  • Diferenças no período de intervalo das medições. Por exemplo, um medidor antigo pode ter o intervalo de 20.000 contagens enquanto o medidor que o substituir poderá ter o intervalo de 12.000 contagens.
  • Uma medição de 1,5 volts no medidor antigo ficará no intervalo de 2 volts, já o novo medidor pulará para o intervalo de 20 volts, impactando a incerteza de resolução e de medição.
  • Os atrasos e o tempo do acionamento podem variar.
  • As taxas de rendimento e de tempo da leitura da medição podem variar.

Consulte a documentação dos fabricantes para identificar qualquer limitação e suas possíveis soluções.

Guia de Emulação de DMM 88XX

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